| cutícula |

entre a unha e a carne

Acompanhe diariamente pelo facebook. Se preferir acesse apenas as famosas frases ou as cápsulas de tv, teatro, cinema e música.

Confira os especiais: Telenovela 60, retratos, kees e acting.

Esse é o novo sucesso de Bruce Springsteen. Rocky Ground é garantido.

Adorei os auto-retratos de Kyle Thompson

Hasta La Vista!

Três deficientes físicos em busca de sexo. Assim pode ser descrito Hasta La Vista!, filme belga que estreia no próximo final de semana. Com clara vocação para comédia, a história é daquelas que parecem saídas da cabeça de algum roteirista pervertido. Mas a verdade é que o filme é inspirado em fatos e personagens reais, provando mais uma vez que a realidade pode ser tão inesperada quanto a ficção.

Oscar Wilde novamente para as telonas

A história de Oscar Wilde vai ser relembrada em um novo filme, anunciado pelo diretor Rupert Everett (O casamento do meu melhor amigo). Dessa vez, a obra será inspirada no conto ‘The Happy Prince’ e contará partes importantes da vida do escritor. Com um toque de humor-negro, típico das obras de Wilde, o longa está programado para o verão de 2013.

Confira o primeiro trailer de O Grande Gatsby. O filme em 3D traz Leonardo DiCaprio e Carey Mulligan. O diretor é o sensacional Baz Luhrman, o mesmo de Moulin Rouge e Romeo & Julieta, com o mesmo Di Caprio. Originalmente publicado em 1925, o livro de F. Scott Fitzgerald é um dos marcos da literatura dos EUA no século passado.

” A Inglaterra já tem sua nova “the next big thing” na música. Jake Bugg, um ainda adolescente de 18 aninhos, começa a dar o que falar nos blogs alternativos e nos grandes canais também. Ele, que aprendeu a tocar violão aos 12 (!), começou a compor aos 14 (!!) e se apresentou no Glastonbury aos 17 (!!!) é dono de um vocal arrastado e um indie-folk-country nervoso. Jake Bugg é considerado o novo Alex Turner, com veia de Bob Dylan.” Fonte: popload

Há na nossa cultura sentimental um componente masoquista que não combina com a simplicidade da fila que anda. Temos a expectativa equivocada de que todas as emoções serão eternas. Quando as coisas acabam, nos despedaçamos. Em vez de olhar para frente e tentar recomeçar, nos achamos no direito de empacar, insistir, implorar, perseguir. Temos a vocação do melodrama. A dor inevitável das rupturas é ampliada pela sensação de injustiça. Nos achamos vítimas do outro, e há um prazer medonho em sentir-se assim.

Ivan Martins