Esse é o novo sucesso de Bruce Springsteen. Rocky Ground é garantido.
Três deficientes físicos em busca de sexo. Assim pode ser descrito Hasta La Vista!, filme belga que estreia no próximo final de semana. Com clara vocação para comédia, a história é daquelas que parecem saídas da cabeça de algum roteirista pervertido. Mas a verdade é que o filme é inspirado em fatos e personagens reais, provando mais uma vez que a realidade pode ser tão inesperada quanto a ficção.
Oscar Wilde novamente para as telonas
A história de Oscar Wilde vai ser relembrada em um novo filme, anunciado pelo diretor Rupert Everett (O casamento do meu melhor amigo). Dessa vez, a obra será inspirada no conto ‘The Happy Prince’ e contará partes importantes da vida do escritor. Com um toque de humor-negro, típico das obras de Wilde, o longa está programado para o verão de 2013.
Confira o primeiro trailer de O Grande Gatsby. O filme em 3D traz Leonardo DiCaprio e Carey Mulligan. O diretor é o sensacional Baz Luhrman, o mesmo de Moulin Rouge e Romeo & Julieta, com o mesmo Di Caprio. Originalmente publicado em 1925, o livro de F. Scott Fitzgerald é um dos marcos da literatura dos EUA no século passado.
” A Inglaterra já tem sua nova “the next big thing” na música. Jake Bugg, um ainda adolescente de 18 aninhos, começa a dar o que falar nos blogs alternativos e nos grandes canais também. Ele, que aprendeu a tocar violão aos 12 (!), começou a compor aos 14 (!!) e se apresentou no Glastonbury aos 17 (!!!) é dono de um vocal arrastado e um indie-folk-country nervoso. Jake Bugg é considerado o novo Alex Turner, com veia de Bob Dylan.” Fonte: popload
Há na nossa cultura sentimental um componente masoquista que não combina com a simplicidade da fila que anda. Temos a expectativa equivocada de que todas as emoções serão eternas. Quando as coisas acabam, nos despedaçamos. Em vez de olhar para frente e tentar recomeçar, nos achamos no direito de empacar, insistir, implorar, perseguir. Temos a vocação do melodrama. A dor inevitável das rupturas é ampliada pela sensação de injustiça. Nos achamos vítimas do outro, e há um prazer medonho em sentir-se assim.